Chegamos  em Cristalina – Goiás, uma cidadezinha bela e um personagem que mudou a história da viagem

Já era noite quando chegamos as proximidades de uma cidade chamada Cristalina, paramos para dormir em um posto de gasolina para que pudéssemos explorar a cidade no dia seguinte.

Acordamos cedo e partimos de kombi para a cachoeira que fica a alguns quilômetros do centro da cidade de Cristalina, percorrendo uma estrada de barro com muitos buracos as margens de plantações de milho e eucalipto.

Ao chegar ao local encontramos uma espécie de “reserva privada” com os portões fechados, tocamos a campainha e fomos recebidos por uma mulher responsável pelo local e ela nos disse que não podíamos ficar mais que 10 minutos lá.??humm tá bom!?? Ok para a super simpatia dela, deixamos a kombi do lado de fora do local e entramos com Amelie.

Os 10 minutos foram obviamente ignorados, gastamos os 10 minutos sugeridos apenas catando todo o lixo que encontramos nas margens da cachoeira, latas, sacolas plásticas. Como muitas pessoas pagam para passar o final de semana na região, fazem churrascos, festas a beira da cachoeira e pelo jeito muitos não respeitam a natureza, triste observação.

Durante nossa Viagem de Kombi sempre buscamos conhecer o local através de que mora lá, assim decidimos descobrir a origem do nome da cidade, visitamos o mercado dos cristais e lá após algumas conversas, ouvimos falar do senhor Germano, um antigo morador que trabalhou com cristais e hoje era artista, poeta e referência no mercado dos cristais.

O passo seguinte foi descobrir alguém que soubesse onde ele morava para nos levar até lá, prontamente a moça de uma das lojas pegou a moto e disse “eu levo vocês até lá”. Assim chegamos a casa de Germano de Oliveira Neto, homem de muitas histórias e de um gigantesco poder artístico.

Esse ano Cristalina faz 100 anos de existência e com isso deixamos aqui nossa humilde homenagem a essa cidade e a essa homem que nos encantou em tão pouco tempo.

Obrigado Cristalina.

 

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